A Igreja recomenda a confissão frequente dos pecados, mortais e veniais, pois a confissão dos pecado veniais nos ajuda a formar nossa consciência, a lutar contra nossas más inclinações, a deixar-nos curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito. Recebendo mais frequente, por meio desse sacramento, o dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como Ele (cf. LG 40,42; CIC, 1458).
Sem Jesus, a conseqüência do pecado é a morte. Para simbolizar o nosso desejo de deixar o pecado devemos ser batizados. Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. Terceiro, acreditar que Deus o perdoou e parar de se sentir culpado.
A Bíblia diz em Salmos 32, 1-6: “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo.
Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão”.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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